Vivendo em meio a uma sociedade onde incomoda optar pelo diferencial, devemos repensar nossa identidade. E esse conceito esta ligado a um nome, fisionomia e proporção; ser alguém. Existem diversos modos de interpretar uma identidade, mas apenas uma semelhança: somos homens e mulheres, que falamos e somos seres humanos.
Tudo isso tomasse como base, um repertorio; uma historia familiar e social. Percebemos desde a mudança da Idade Média para o Renascimento, onde os conceitos que eram levados em consideração e tinham grande valor, hoje podemos dizer que não importam mais ou uma determinada maneira de entender as coisas naquela época não é mais a mesma. Hoje, valoriza-se um ser humano e o que esperamos dele. Umberto Eco fala que, "Para pular é preciso dar um salto para a frente, mas para fazer isso é preciso tomar distância, e portanto dar uns passos para trás. Se não vai para trás não vai para a frente" , e Lacan faz sua interpretação no “o estádio do espelho” um drama, onde o desenvolvimento da identidade tem uma fase decisiva; não é algo que nasce com o individio, e sim é formado por ele. Em frente ao espelho formasse o ‘outro’ e também a linguagem, formando uma identidade e um reconhecimento. Por exemplo: Criança se tranformando em um adulto.
No drama “O beijo no asfalto” de Nelson Rodrigues, em determinado momento os personagens retiram as máscaras e inesperadamente se apresentam como realmente são. Depois de um ato de caridade ( o beijo) feito pelo personagem principal Arandir, ao saciar o desejo de um homem prestes a morrer no asfalto, ele acaba sendo vitima de uma sociedade dominada pela degradação moral e ética, mesmo não existindo nenhuma malicia na sua atitude.
Sem o ‘outro’ e o desejo do outro, não há como construir uma identidade, Lacan chama isso de “Identidade alienada”, pelo ‘eu’ ser dependente e nunca estar sozinho. Esse desejo é percebido atraves da linguagem, fazendo com que a criança crie sua vida, gostos, escolhas e carater, indepentende dos pais.
"Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade."
30 de nov. de 2009
identidade dependente.
Vivendo em meio a uma sociedade onde incomoda optar pelo diferencial, devemos repensar nossa identidade. E esse conceito esta ligado a um nome, fisionomia e proporção; ser alguém. Existem diversos modos de interpretar uma identidade, mas apenas uma semelhança: somos homens e mulheres, que falamos e somos seres humanos.
Tudo isso tomasse como base, um repertorio; uma historia familiar e social. Percebemos desde a mudança da Idade Média para o Renascimento, onde os conceitos que eram levados em consideração e tinham grande valor, hoje podemos dizer que não importam mais ou uma determinada maneira de entender as coisas naquela época não é mais a mesma. Hoje, valoriza-se um ser humano e o que esperamos dele. Umberto Eco fala que, "Para pular é preciso dar um salto para a frente, mas para fazer isso é preciso tomar distância, e portanto dar uns passos para trás. Se não vai para trás não vai para a frente" , e Lacan faz sua interpretação no “o estádio do espelho” um drama, onde o desenvolvimento da identidade tem uma fase decisiva; não é algo que nasce com o individio, e sim é formado por ele. Em frente ao espelho formasse o ‘outro’ e também a linguagem, formando uma identidade e um reconhecimento. Por exemplo: Criança se tranformando em um adulto.
No drama “O beijo no asfalto” de Nelson Rodrigues, em determinado momento os personagens retiram as máscaras e inesperadamente se apresentam como realmente são. Depois de um ato de caridade ( o beijo) feito pelo personagem principal Arandir, ao saciar o desejo de um homem prestes a morrer no asfalto, ele acaba sendo vitima de uma sociedade dominada pela degradação moral e ética, mesmo não existindo nenhuma malicia na sua atitude.
Sem o ‘outro’ e o desejo do outro, não há como construir uma identidade, Lacan chama isso de “Identidade alienada”, pelo ‘eu’ ser dependente e nunca estar sozinho. Esse desejo é percebido atraves da linguagem, fazendo com que a criança crie sua vida, gostos, escolhas e carater, indepentende dos pais.
22 de nov. de 2009
limites.
9 de nov. de 2009
superação.
“Torna-te aquilo que és”( Nietzsche)
Prove,
Mantelha-se na direção
Sem perder a visão
Mesmo que por um momento
Sua concentração desconcentre
Que seu coração acelere
Que a adrenalina te dome
Que a vontade te consuma
Controle as emoções
Assuma,
Teste os limites
Supere suas razões
Levante após a queda
Puxe o fôlego
Endireite a postura
Faça na cara dura
Pegue no ar
Ato logo efeito
Haja rápido, viva simples, seja centrado
Pule cada obstáculo
Ultrapasse,
Do primeiro ao próximo passo
Corra atrás das metas
Ande na contramão se preciso for
E faça valer
Valer cada segundo
Cada segundo de esforço
Esforço o qual te coloca de pé
De pé para enfrentar seu maior rival
Você!
Prove que é possível (!) assuma o volante
4 de nov. de 2009
butterflies.
Contamos o tempo nos preocupamos
Nos desgastamos
Nos invocamos pelo que seria certo
Mesmo sendo inevitável, inesperado sentir algo por alguém.
Querer se precaver mesmo com medo
trauma do sufocamento
Por que se acontecer, sai totalmente do controle tentar resolver.
A parte racional pode falar alto, porém
A parte emocional se remexe e entorpece quando me deparo aprendendo a gostar
Do tipo de pessoa errada,
Da maneira mais absurda,
Do momento mais engraçado,
Do jeito mais complicado,
Relembrando velhas canções,
Fora de compreensão.
Loucura insana!
Provar ser possível, ensinar que não se deve ser vulnerável
Procurar ser objetivo, exato, direto, lógico, sincero, justo Sair de cima do muro.
Malditas borboletas. Vira e mexe se sacodem. Voam aqui dentro.
Pensar, pensar, pensar...
Tempo, pausa, afastamento...
É, elas não foram embora. Fazem o frio na espinha acompanhar seu beijo molhado.
Esfria todo meu corpo quente.
Preciso sair correndo,
Mas elas voam atrás de mim, e não deixam a consciência.
Portanto, acho que sei o que quero.
Se certo não sei, se errado tenho absoluta certeza
Se fosse fácil não teria graça.
Eu quero ir na onda, que mais longe me levar. Estarei arriscando...
O que te merece vem até você,
no mínimo você aprende,no máximo você acerta!
"My stomach's filled with the butterflies"
30 de out. de 2009
para gostar de rir. (2)
29 de out. de 2009
vendendo palavras.
Personagens principais: O desejo, a angústia e a compulsão por comprar.
Num supermercado, os consumidores passam o tempo enchendo seus carrinhos e não conseguem sair de lá. Durante todo esse tempo acontecem várias historias de personagens e realidades diferentes. O mundo exterior só aparece através de máquinas digitais, (computadores, telefones e câmeras), e as pessoas que permanecem la, esperam sua vez de entrar nesse 'mundo do consumo', como numa sociedade, não tem lugar para todos. Os produtos a venda, nesse cenário totalmente branco, são conceitos e idéias; exibidos como caixas de muitos formatos, com inscrições que remetem a slogans publicitários. A intenção do drama foi mostrar como a sociedade encara a perca dos valores sociais e todos os personagens, dispostos por emoções e sentimentos, que costumam acompanhar o ato da compra.
"Consumismo desenfreado, Estresse em seu padrão de vida, Doenças, Ação contra o tédio... Aumente seus padrões diminuindo suas expectativas. Não há atalhos, só desvios. Todo problema é uma oportunidade. Se você não consegue mudar o vento, ajuste a vela. Nunca desista!"
Cena do filme "1,99 - Um Supermercado que vende palavras"
28 de out. de 2009
para gostar de rir.
razão.
Acorde arrependido, mas não durma com vontade! (Razão prática, é a Teoria de Kant, explica que a vontade se dirige espontaneamente para o bem, sem interferência da inteligência. É o sistema moral de Kant... "a revelar como essência sua a liberdade da vontade, liberdade que é assim compreendida como autonomia.") Parei em frente a minha janela, estava chovendo. É um bom canto para ficar sozinha e entrar no particular sem ser atrapalhada. Estava anestesiada, não sei o que sentia naquele momento. Lembrei de tudo que passamos, foram lembranças muito boas. Fiquei sorrindo em recordar teu sorriso. Foi muito bom todo sentimento, quando fizemos valer à pena, todo tempo ao seu lado foi ótimo. Cada minuto, cada segundinho, tua respiração, seu coração, seu corpo, sua boca, seus olhos negros que falam muito comigo. Tudo em você me fez bem, enquanto o tempo deixou durar... Chorei. Chorei porque quero a maior felicidade para uma pessoa que nunca me fez sofrer. Nunca quis enganar ninguém, e não seria agora que assim faria. Tentei de todas as formas ser verdadeira comigo, com a gente, abri o jogo com tudo que eu sentia, ou não sentia. Infelizmente não sou boa em definir as coisas que sinto, tenho um medo bobo. Errei. Amor é um sentimento que eu não sei definir e nunca houve alguém que me ensinasse a senti-lo com toda sua complexidade. Depois de tanta relutância interna, remexendo e revirando todo aquele medo que me prendia, a coragem veio para afagar minha alma, e libertá-la, fazendo com que me tornasse forte, pelo menos naquele momento oportuno de pronunciar as palavras na hora e da maneira certa. Houve tristeza e cautela. Logo o alivio se fez...por completo. Um banho de água fria, refrescando-se do calor exaustivo. É muita responsabilidade cuidar do coração alheio, ele é tão frágil, e nós incapazes de satisfazê-lo quando não estamos em sintonia. Minhas vistas eu diria que vêem nuances, além do óbvio, além da superfície e das aparências. Vejo um mundo repleto de possibilidades, além do simples ‘sim e não’, do ‘certo e errado’, do ‘positivo e do negativo’...que entre o preto e branco existem milhares de nuances. O tempo é o senhor da razão e com ele escolhi me conhecer. Ter o meu tempo. Formar minhas opiniões, querer minhas vontades, agir, fazer acontecer. Deixei subir para a cabeça, não para o coração! Hoje eu respiro, por mim. Razão... abrir mão, argumentar e justificação, desafiar, pensar, raciocinar, arriscar sem medo do errar!
27 de out. de 2009
tem ou não tem? eis a questão.
Somos movidos a caráter, ou você tem, ou você não tem!
"Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente, A gente muda o mundo na mudança da mente, E quando a mente muda a gente anda pra frente, E quando a gente manda ninguém manda na gente (...)"
21 de out. de 2009
Regra da exceção.
O inteiro é mais interessante, A preferência sempre é do completo Se não for suficiente, será sempre insaciável. Beberá toda suas águas, e morderas tua própria língua. O som só sai perfeito se o instrumentista souber o que fazer, Mas ela se basta com os pés, quando estão soltos, dançam e fazem ruídos perfeitos, embalados num ritmo único, alucinando os olhares deslumbrados. Internamente soam risadas de certezas, pelas incertezas alheias serem lógicas demais. Vou na valsa quando quero e acelero o passo do samba quando convém. E nesse vai e vem formasse uma procura, mas esse alguém entendedor de mim parece estar tão longe. Ninguém segura, muito menos alguém prende. Satisfação? Só se por merecimento, caso contrário, nada feito. Sua arte bem feita é praticada, muito pouco falada. Mas se olhares além da fachada percebera o alcance da obra esporadicamente. Se traçar objetivo, arriscará suas melhores armas para concluí-lo. Talvez por orgulho ou um simples provocar de ego. Precisando, acham-se esconderijos até mesmo atrás de sua intriga. Malandragem com pitada de malicia. Tempero certo do seu sorriso. Deixando transparecer da alma sua intimidade para os bons entendedores. Aqueles que a fascinam, mas tampouco dominam. Pelos seus ideais traçados e abrangências enlouquecedoras. Objetividade em suas escolhas é o primeiro passo, o segundo é esperar o resultado. Se vantajoso talvez estejas envolvido; se desvantagem, estarás descartado. Como um animal selvagem a procura da caça. Com sede de vida. Pode parecer complexo; não para aqueles que observam suas fartas entrelinhas.